Mergulhei em teu amor ambulante
Em teu sonho esvoaçante
E vejo-me totalmente amarrado
Sensível, sem vigor: pálido!
Você evadiu meu coração
Com teu amor incompatível.
Vejo-te a todo momento:
Na brisa do alvorecer
Nas noites a sonhar.
Então volto a ser criança
Sinto-me em teu colo
... mate-me de uma vez!
Estou morrendo aos poucos!
Quem me dera poder encontrar-te mais uma vez
Uma só vez apenas
E com este corpo casto e trêmulo
Poder abraçar-te
Nas trevas das estrelas
Na escuridão dos meus dias
E no silêncio de minhas noites vazias
Em teu coração sufocar-me.
Quero-te evidentemente
Pra morar em meu peito pra sempre.
Quero-te com teu amor imortal
E mesmo estando na Terra
Sentir-me no céu.
18/03/2004
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
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