Como um rio manso que flui
Assim é a alma do homem que ama
Suas decisões são sábias
E seus discursos são copiados.
Bendito é o coração que ama
Bendita é a pronúncia de sua alma
Suas decisões são benígnas
Amemos-nos todos os seres.
Agmael Lima
segunda-feira, 30 de junho de 2008
A FERA DA MINHA RUA
A fera da minha rua
Despida nua e crua
De lábios cor de maçã
Chamou-me até ela
Tornei-me amante dela
Pousado no seu divã.
Agmael Lima
Despida nua e crua
De lábios cor de maçã
Chamou-me até ela
Tornei-me amante dela
Pousado no seu divã.
Agmael Lima
ÉBRIOS DA MEIA-NOITE
Antes que esta noite finde
Teu beijo mordido receberei
E por testemunha teremos a lua
Chorando lágrimas sonâmbulas
Sobre nós dois - amantes cálidos
Ébrios da meia-noite.
Agmael Lima
Poeta Ipixunense
Teu beijo mordido receberei
E por testemunha teremos a lua
Chorando lágrimas sonâmbulas
Sobre nós dois - amantes cálidos
Ébrios da meia-noite.
Agmael Lima
Poeta Ipixunense
INTELECTUAL
O intelectual não contribui mais para a sociedade
Do que o homem que planta flores;
O intelectual fala das flores cientificamente
Já o homem rude sorri feliz diante do resplandecente amarelo dos girassóis;
A intelectualidade nos faz ver "burrice" no homem rude
Mas o homem rude com toda a sua "burrice" vê no intelectual inteligência.
O homem rude à noite olha a lua e dorme feliz.....
Pela manhã sorri para o sol e trabalha contente, come feijão, bebe água da nascente... e agradece.
O intelectual vê as mazelas do mundo e diz:
- É impossível existir felicidade com tanta miséria.
O homem rude vive na miséria e grita de dor e diz que é feliz;
O intelectual fala que o sol mata mas não comente o romantismo do entardecer,
Afirma que a lua influi nas ondas do mar,
Porém não entende o efeito que ela causa nos corações dos amantes;
Enquanto o homem rude à tarde olha o horizonte e,
À noite faz canção ao luar.
Antonio Nilson Paz
Poeta de Nova Ipixuna - Pará - Brasil
Do que o homem que planta flores;
O intelectual fala das flores cientificamente
Já o homem rude sorri feliz diante do resplandecente amarelo dos girassóis;
A intelectualidade nos faz ver "burrice" no homem rude
Mas o homem rude com toda a sua "burrice" vê no intelectual inteligência.
O homem rude à noite olha a lua e dorme feliz.....
Pela manhã sorri para o sol e trabalha contente, come feijão, bebe água da nascente... e agradece.
O intelectual vê as mazelas do mundo e diz:
- É impossível existir felicidade com tanta miséria.
O homem rude vive na miséria e grita de dor e diz que é feliz;
O intelectual fala que o sol mata mas não comente o romantismo do entardecer,
Afirma que a lua influi nas ondas do mar,
Porém não entende o efeito que ela causa nos corações dos amantes;
Enquanto o homem rude à tarde olha o horizonte e,
À noite faz canção ao luar.
Antonio Nilson Paz
Poeta de Nova Ipixuna - Pará - Brasil
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