Muitas vezes buscamos em vão a realização de sonhos impossíveis. Pena que a maioria dos nossos sonhos costuma-se perder ao léu. Parece até que antes que o sol da liberdade se desponte para um novo dia, uma aurora negra o encobre com o impetuoso ódio e ameaça desmoronar sobre nossas cabeças as desgraças irritantes e antiéticas. Até quando o mal terá autonomia? Quem das ruínas se levantará como herói e reconstruirá dos escombros nossos sonhos perdidos? Será que ainda ouviremos nascer da aurora o som divino dos clarins celestiais? Ou o futuro incerto uniu-se ao desespero num abraço de profana coligação? Não sabemos. Isso só o tempo irá se encarregar de nos responder. Até lá, unamo-nos para que o futuro não se aborte antes do seu nascimento. Não deixemos que os outros destruam nossos sonhos. Devemos sonhar sem atropelar os sonhos dos outros. E nunca deveremos esquecer de abrir bem os nossos olhos e observar bem à nossa volta, pois vários lucíferes diariamente entram na nossa festa sem ao menos levantar suspeitas e conosco bailam alegremente como se fossem anjos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
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