O intelectual não contribui mais para a sociedade
Do que o homem que planta flores;
O intelectual fala das flores cientificamente
Já o homem rude sorri feliz diante do resplandecente amarelo dos girassóis;
A intelectualidade nos faz ver "burrice" no homem rude
Mas o homem rude com toda a sua "burrice" vê no intelectual inteligência.
O homem rude à noite olha a lua e dorme feliz.....
Pela manhã sorri para o sol e trabalha contente, come feijão, bebe água da nascente... e agradece.
O intelectual vê as mazelas do mundo e diz:
- É impossível existir felicidade com tanta miséria.
O homem rude vive na miséria e grita de dor e diz que é feliz;
O intelectual fala que o sol mata mas não comente o romantismo do entardecer,
Afirma que a lua influi nas ondas do mar,
Porém não entende o efeito que ela causa nos corações dos amantes;
Enquanto o homem rude à tarde olha o horizonte e,
À noite faz canção ao luar.
Antonio Nilson Paz
Poeta de Nova Ipixuna - Pará - Brasil
segunda-feira, 30 de junho de 2008
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Um comentário:
Um dos poemas que retrata a maneira simples de viver onde o poeta descreve que viver na maneira mais simples possíveis faz do homem uma pessoa melho.
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